terça-feira, 30 de setembro de 2008

A Deslealdade Entre Colegas de Trabalho


Publico um artigo do Prof. Luiz Marins (http://www.marins.com.br/), autor do Livro "Desmistificar a Motivação", que vai ser editado em Portugal, em Outubro de 2008, pela Editora Gestão Plus/Pergaminho:

Uma das maiores reclamações entre colegas de trabalho é a deslealdade. E aqui vale a pena esclarecer: a lealdade só é virtude quando ligada a outra virtude. Não devemos ser leais a pessoas desonestas, desleais, falsas, mentirosas. O problema é que a deslealdade gera deslealdade. Assim, uma pessoa justifica sua deslealdade pela deslealdade das outras pessoas, criando um círculo vicioso sem fim.

Na pesquisa que fizemos, as pessoas disseram não ter condições de agirem com lealdade porque seus colegas não são leais. E quando perguntamos quem deveria ser leal primeiro, a resposta é sempre - o outro.

Como quebrar este círculo vicioso?

Quando perguntamos qual a maior deslealdade entre colegas de trabalho, as pessoas disseram: “o colega segura ou sonega informações relevantes para o sucesso do meu trabalho”, “cria armadilhas para eu cair”, “não me avisa de situações que podem me prejudicar no trabalho”, etc.

A realidade é que todos, sem exceção, afirmaram ser vítimas de deslealdade de seus colegas. Assim, fica claro, que todos saem perdendo nessas relações desleais. Não há ganhadores. Só perdedores. E essa realidade já nos mostra um caminho para o enfrentamento do problema, pois se todos perdem, é claro que todos, ao menos teoricamente, deveriam ter interesse numa solução.

E a única solução parece ser o diálogo franco, aberto, mais uma vez, leal, entre colegas de trabalho, para que a situação fique explícita, e com o dedo na ferida, as pessoas possam tomar consciência de que chegou a hora de mudar, pois novamente, todos estão perdendo.

Minha sugestão é, pois, que as empresas comecem a enfrentar esse problema da deslealdade entre colegas de trabalho de forma aberta e franca e comece a criar mecanismos para que as pessoas possam mudar seu comportamento e deixem essa prática de auto-engano, em que todos perdem imaginando-se expertos. É preciso, com urgência e seriedade, transformar as oito horas de trabalho em horas mais produtivas, menos tensas, mais alegres. É preciso restituir o clima de confiança e coleguismo puro ao ambiente de trabalho.

Pense nisso. Sucesso!

Vamos Conversando

Publico um artigo de José Amaral Neto - Brasil (www.uniblog.com.br/joseamaralneto)
E a América do Norte parou. Arriados numa manobra extraordinária, o partido do governo americano deu um tiro no pé ao levar para o próprio bolso eleitoral o peso de uma decisão que deveria ser em favor do mundo que eles teimam em dizer que lideram. E as bolsas de valores sucumbiram. E muito dinheiro sumiu.

Habilmente a presidenta da Câmara dos Deputados colocou a pá de cal para minar Bush e Cia. Passando a discussão adiante, agora capitaneada pelos democratas e, assim mostrar ao povo americano que os democratas estão preparados para salvar a América e o mundo. Show é com eles mesmos.
O mundo, ora o mundo, que espere e agüente o tranco.
A isso se junta a falta de intuição do povo brasileiro que vê sua língua ser alterada. Pode parecer pouco o que se está a fazer. Mas pense: o Brasil é a única ex-colônia em todo o mundo que se livrou do colonizador já com sua própria língua.
Somente o Brasil é mais de uma vez o conjunto do restante dos países em que se fala o português de Portugal – inclusive Portugal. Não seria mais apropriado que a língua falada no Brasil fosse a diretriz? É assim que se forjam os líderes – A Terra da Santa Cruz está num continente de mais de uma dezena de países onde o espanhol é dominante e nunca sofreu influências limítrofes. Continua a falar o português do Brasil – a língua Brasileira.
A cidade de Uberlândia recebe um grande evento sobre Agrobioenergia capitaneado pela Universidade Federal de Uberlândia – e o que se vê é uma divulgação e acesso à informação longe da magnitude que é a iniciativa. Uma Universidade tem a missão de formar pessoas; entretanto, sua função precípua deve ser o de fazer se parte da cidade que a acolheu. Usando seus equipamentos de ensino que são os eventos públicos, acadêmicos ou não. Seus laboratórios e institutos funcionando na produção de pesquisas, mas estas sendo informadas ao povo que a financia através da carga tributária que sustenta a burocracia do serviço público ao qual faz parte.
Falar sobre energia é ver e projetar o futuro numa perspectiva de qualidade de vida melhor e harmônica.
A partir de 2009 uma nova janela será aberta na reitoria da Universidade Federal de Uberlândia, e ninguém espera com isso uma Stanford ou uma Columbia, mas que no mínimo seja o nascedouro de novas iniciativas em favor de chances de parcerias com as indústrias, empresas e grandes investidores.
Recentemente a coluna VAMOS CONVERSANDO chamou a atenção dos deputados federais Gilmar Machado, Elismar Prado e João Bittar, todos de Minas Gerais, pólo de grandes institutos e universidades com pesquisas de ponta - para que estes fossem signatários de um projeto de lei que modifique a lei de doação financeira a instituições de ensino e pesquisas no Brasil. Em Pindorama o doador paga imposto para doar. E isso inibe investimentos privados, e parcerias com grandes corporações e doadores independentes em projetos e pesquisas globais.
China e Índia já entenderam isso. E Singapura e Coréia do Sul são exemplos dessa inciativa.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O Uso Correcto da Língua Portuguesa na Comunicação em Público

Publico um artigo da Cida Silva - Diretora e instrutora da En Theos Consultoria e Treinamentos - Varginha - Mina Gerais - Brasil.
Você já assistiu a alguma palestra ou entrevista na TV ou rádio e sentiu-se agredido com erros crassos ou palavras mal pronunciadas da Língua Portuguesa? Para ajudar-nos a usar nossa língua corretamente, seguem algumas dicas.

CUIDADO COM OS ESTRANGEIROS – Calma! Os nossos turistas de outros países devem ser muito bem recebidos e bem-vindos ao Brasil. O que devemos tomar cuidado é com o uso exagerado do estrangeirismo. Quem já ouviu aquela música Samba do Aproach, gravada pelos cantores Zeca Pagodinho e Zeca Baleiro? A letra é o retrato deste pecado com a nossa língua. A música retrata justamente o uso de termos estrangeiros que, muitas vezes, não são do conhecimento do nosso interlocutor.

MENOS OU “MENAS” – Lembre-se de que menas não existe. Menos é uma palavra invariável, não existe no feminino. Sendo assim, usaremos sempre “menos fome”, “menos pessoas”, “menos confusões”.

“MEIA CONFUSA” – “Meia” só pode ser usada quando se referir à metade, exemplo, “Vou comer meia maçã” ou, então, referir-se às meias que usamos nos pés. Assim, deveremos dizer: “Ela está meio confusa”.

“JAMAIS ESPERO QUE VOCÊ ESTEJE BEM” – Não pensem que sou uma pessoa maldosa. Eu espero que você e a humanidade inteira estejam sempre bem e espero também que vocês lembrem-se sempre de que as formas corretas são: “Seja feliz”, “Esteja bem” e nunca “Seje” ou “Esteje”.

“EU NASCI HÁ 10 MIL ANOS ATRÁS” – O Paulo Coelho e o Raul Seixas usaram da licença poética para compor a música que leva essa frase. Porém, no nosso dia-a-dia, devemos usar a forma: “Isso aconteceu há dez anos”, “Eu trabalhei nessa empresa há cinco anos”.

“VOU FAZER UMA COLOCAÇÃO” - Cuidado, fazer uma colocação significa colocar alguma coisa em algum lugar, exemplo: “Coloquei o livro na estante”. Quando se tratar de uma observação sobre o assunto devemos usar “Vou fazer uma observação sobre o assunto em questão”.

“ENQUANTO MULHER” – A expressão “enquanto” indica tempo ou significa proporção. Por isso, usar “enquanto mulher” indicará a idéia de que se é mulher só às vezes. Algo difícil de entender, não concorda?

E O GERUNDISMO, O QUE FAZER? – Estudar, entender e praticar. Quantas vezes ouvimos palestrantes, operadores de telemarketing, professores pronunciarem alto e em bom tom o seguinte: “Eu vou estar passando o meu e-mail...” “Eu vou estar anotando o número do seu telefone”. Não seria melhor dizer “Eu vou passar o meu e-mail...”, “Eu vou anotar o seu telefone...”? Cuide-se, a praga do gerundismo pega!

E OS PLEONASMOS ? – Elo de ligação, surpresa inesperada, planos para o futuro, encarar de frente, lançamento novo, monopólio exclusivo, velha tradição, superávit positivo... Vamos pensar e pesquisar bem antes de escrever ou falar esses termos. Elo só poderá ser de ligação. Você já viu alguém encarar de costas? Qual lançamento não é novo? Você já viu alguma tradição nova? E alguém fazer planos para o passado?

Pense nisso e sucesso em suas futuras comunicações.

Saiba mais sobre o curso: Oratória, Comunicação e Expressão Verbal, pelos telefones (35) 3222-4345 (35) 3222-8798 – em Varginha. E-mail entheos@uai.com.br - Site: https://mail.vodafone.pt/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.entheos.com.br/
PRÓXIMA TURMA: Início: 29 de outubro de 2008 (quarta-feira) - Horário: 19:00h às 23:00h

Momento da Venda

Publico um artigo de José Alexandre César, que desempenha a função de vendedor na empresa Aulaiem Marketing, em São Paulo – Brasil.

Muito se fala e se procura entender o melhor momento da venda.

Nos salões de vendas, onde invariavelmente os vendedores,muitos transtornados para atingir as suas metas, outros tranqüilos com suas metas batidas, ficam trocando experiências e historias da forma como lograram a suas vendas ou não.

Vender é uma arte?

Temos que mesclar drama e esperteza para conseguir uma venda?

Temos que buscar sempre bons descontos?

Como melhor entender as inúmeras variantes de apresentação do produto ou pessoal ao cliente a ser abordado, os cursos freqüentes e cansativos,as palestras de pessoas renomadas ,as informações complementares de sempre exigidas pelos superiores ,os conselhos obtidos pelos livros editados ,as metodologias individuais e vitoriosas e intermináveis comparações dos que conseguiram atingir o momento glorioso da venda.

Trabalho a anos vendendo bens ou serviços tangíveis e/ou intangíveis e a melhor definição do ambiente de vendas, foi ouvido por mim a muitos anos atrás de um sócio diretor da maior empresa de telecomunicação do hemisfério sul, localizada no Brasil.

Ele sempre me dizia o seguinte:“Alex, no setor de vendas o café deve ser frio, a secretaria deve ser feia e grosseira e a cadeira quebrada”.

O vendedor é a porta de entrada da necessidade do mercado.

É o vendedor o elo de ligação entre quem produz ou possui a informação e a quem precisa.


Portanto é a sua obrigação estar sempre disposto a ir de encontro ao mercado e ficar sempre atento a todas as informações que diretamente se relaciona com a sua venda e o seu mercado.

O vendedor deve andar, conversar,pedir,informar-se e postar-se de forma aberta para ser informado,telefonar e sempre objetivado em sua necessidade... Vender!!!

O momento da venda É o agora, É o imediato, a venda esta disponível em algum canto, em algum lugar ou local.

O trabalho do vendedor, é encontrar quem quer comprar e quanto quer pagar, pois ele existe.

Vá em frente,

E nunca perca o seu objetivo.

Não esmoreça.!

Desenvolva a sua forma de trabalhar

E se tiver alguma duvida

Recomece a cada momento.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Lenda Índia

Uma antiga lenda Índia, diz-nos que um dia um homem achou um ovo de águia e que o depositou num ninho de "galinhas do campo" para crescer com elas.
Toda a sua vida, a águia fez o que uma galinha faz normalmente. Procurava na terra os insectos e comida. Cacarejava como uma galinha. Voava a alguns metros, e era uma nuvem de penas.
De toda a maneira é assim que voam as galinhas. Os anos passaram. E a águia envelheceu.
Um dia, viu um magnífico pássaro a voar no céu sem nuvens.
Levantava-se com estilo, com a magnitude das suas asas.
"Que belo pássaro !" diz a águia aos vizinhos.
O que é ?"
"É uma águia, o rei dos pássaros", diz a galinha.
"Mas não vale a pena pensares nisso. Nunca serás uma águia.
" Assim ficou a águia, e não voltou a pensar duas vezes.
Morreu a pensar que era uma galinha.
Já pensou que podia ser uma galinha do campo?
Pense duas vezes...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Autores Portugueses na Internet

Leia através da Internet:
-Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=24203>
-José Maria Eça de Queirós
Cartas D'Amor - O Efémero Feminino <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=1789>

Low Cost

Se pretende viajar e tem poucos €, então consulte as seguintes companhias aéreas low cost:

AIR BERLIN - LOW COST
De Lisboa
» Palma de Maiorca (Espanha)
Do Porto
» Palma de Maiorca (Espanha)
De Faro
» Palma de Maiorca (Espanha)» Berlim Tegel e Schönefeld(Alemanha)» Nuremberga (Alemanha)» Dresden (Alemanha)» Leipzig (Alemanha)» Hamburgo (Alemanha)» Rostock (Alemanha)» Munique (Alemanha)» Frankfurt (Alemanha)» Colónia (Alemanha)» Dusseldorf (Alemanha)
Do Funchal
» Berlim Tegel (Alemanha)» Nuremberga (Alemanha)» Zurique (Suíça)

BLUE AIR - LOW COST
De Lisboa
» Bucareste (Roménia)

BMI BABY - LOW COST
De Lisboa
» Birmingham (Inglaterra)
De Faro
» Birmingham (Inglaterra)» Cardiff (Inglaterra)» Nottingham East Midlands (Inglaterra)

BUDGET AIR - LOW COST
De Faro
» Dublin (Irlanda)» Cork (Irlanda)» Shannon (Irlanda)

CENTRALWINGS - LOW COST
De Lisboa
» Varsóvia (Polónia)» Cracóvia (Polónia)
De Faro
» Varsóvia (Polónia)

CLICKAIR - LOW COST
De Lisboa
» Barcelona (Espanha)
Do Porto
» Barcelona (Espanha)

CONDOR - LOW COST
De Faro
» Munique (Alemanha)» Frankfurt (Alemanha)» Hamburgo (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)
Do Funchal
» Frankfurt (Alemanha)» Hamburgo (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)

EASYJET - LOW COST
De Lisboa
» Genebra (Suíça)» Basileia (Suíça)» Berlin (Alemanha)» Paris (França)» Milão (Itália)» Londres Luton (Inglaterra)» Londres Stansted (Inglaterra)» Liverpool (Inglaterra)» Madrid (Espanha)» Bristol (Inglaterra)» Lyon (França)
Do Porto
» Genebra (Suíça)» Basileia (Suíça)» Paris - Charles de Gaulle (França) » Lyon (França)
De Faro
» Londres Gatwick, Stansted e Luton (Inglaterra)» Nottingham East Midlands (Inglaterra)» Bristol (Inglaterra)» Newcastle (Inglaterra)» Liverpool (Inglaterra)» Belfast (Irlanda do Norte)» Glasgow (Escócia)
Do Funchal
» Bristol (Inglaterra)» Londres Stansted (Inglaterra)» Londres Gatwick (Inglaterra)

EXCEL AIRWAYS - LOW COST
De Faro
» Londres Gatwick (Inglaterra)» Manchester (Inglaterra)

FIRST CHOICE - LOW COST
De Faro
» Londres Stansted, Gatwick, Luton (Inglaterra)» Manchester (Inglaterra)» Birmingham (Inglaterra)» Bristol (Inglaterra)» Cardiff (País de Gales)» Belfast (Irlanda do Norte)» Cork (Irlanda)» Dublin (Irlanda)» Nottingham East Midlands (Inglaterra)» Edimburgo (Escócia)» Glasgow (Escócia)» Leeds (Inglaterra)» Humberside (Inglaterra)

FLY GLOBESPAN - LOW COST
De Faro
» Edimburgo (Escócia)» Glasgow (Escócia)» Aberdeen (Escócia)» Durham Tees Valley (Escócia)
Do Funchal
» Edimburgo (Escócia)» Aberdeen (Escócia)

FLY NIKI - LOW COST
De Lisboa
» Palma de Maiorca (Espanha)
De Faro
» Viena (Áustria)

FLYBE - LOW COST
De Faro
» Norwich (Inglaterra)» Birmingham (Inglaterra)» Exeter (Inglaterra)» Southampton (Inglaterra)

GERMANWINGS - LOW COST
De Lisboa
» Colónia (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)
De Faro
» Colónia (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)» Dortmund (Alemanha)

HELVETIC - LOW COST
De Faro
» Zurique (Suíça)

JET 2 - LOW COST
De Faro
» Manchester (Inglaterra)» Leeds Bradford (Inglaterra)» Blackpool (Inglaterra)

JET AIR - LOW COST
De Faro
» Bruxelas (Bélgica)
De Funchal
» Bruxelas (Bélgica)

LTU - LOW COST
De Faro
» Dusseldorf (Alemanha)» Munique (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)» Frankfurt (Alemanha)» Hamburgo (Alemanha)» Colónia (Alemanha)» Berlim (Alemanha)
Do Funchal
» Dusseldorf (Alemanha)» Munique (Alemanha)» Frankfurt (Alemanha)» Hamburgo (Alemanha)» Colónia (Alemanha)» Berlim (Alemanha)

MARTINAIR - LOW COST
De Faro
» Amesterdão (Holanda)

MONARCH - LOW COST
De Lisboa
» Londres Gatwick (Inglaterra)
De Faro
» Londres Gatwick e Luton (Inglaterra)» Manchester (Inglaterra)» Birmingham (Inglaterra)

NORWEGIAN - LOW COST
De Faro
» Oslo (Noruega)

RYANAIR - LOW COST
Do Porto
» Londres Stansted (Inglaterra)» Frankfurt Hahn (Alemanha)» Paris Beauvais (França)» Liverpool (Inglaterra)» Dublin (Irlanda)» Marselha (França)» Madrid (Espanha)» Girona - Barcelona (Espanha)» Milão (Itália)» Estocolmo (Suécia)» Pisa (Itália)» Valência (Espanha)» Bristol (Inglaterra)» Bruxelas - Charleroi (Bélgica)
De Faro
» Dublin (Irlanda)» Bruxelas - Charleroi (Bélgica)» Shannon (Irlanda)» Madrid (Espanha)» Frankfurt Hahn (Alemanha)» Londres Stansted (Inglaterra)

SMARTWINGS - LOW COST
De Faro
» Praga (República Checa)

STERLING - LOW COST
De Faro
» Copenhaga (Dinamarca)» Estocolmo (Suécia)» Gotemburgo (Suécia)» Oslo (Noruega)» Billund (Dinamarca)
Do Funchal
» Copenhaga (Dinamarca)

THOMSON FLY - LOW COST
De Faro
» Coventry (Inglaterra)» Bournemouth (Inglaterra)» Doncaster (Inglaterra)» Birmingham (Inglaterra)» Liverpool (Inglaterra)» Londres Gatwick e Luton (Inglaterra)» Manchester (Inglaterra)» Newcastle (Inglaterra)» Nottingham East Midlands (Inglaterra)» Glasgow (Escócia)» Cardiff (País de Gales)
Do Funchal
» Manchester (Inglaterra)

TRANSAVIA - LOW COST
Do Porto
» Paris - Orly (França)
De Faro
» Amesterdão (Holanda)» Roterdão (Holanda)» Eindhoven (Holanda)
Do Funchal
» Amesterdão (Holanda)

TUI FLY - LOW COST
De Faro
» Colónia (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)» Berlim Tegel e Schönefeld (Alemanha)» Hamburgo (Alemanha)» Dusseldorf (Alemanha)» Leipzig (Alemanha)» Munique (Alemanha)» Frankfurt (Alemanha)» Dresden (Alemanha)» Hannover (Alemanha)» Basileia (Suíça)» Bremen (Alemanha)» Dortmund (Alemanha)» Erfurt (Alemanha)» Karlshure (Alemanha)» Münster - Osnabruck (Alemanha)» Nurenberga (Alemanha)» Paderborn (Alemanha)» Rostock - Läge (Alemanha)» Saarbrücken (Alemanha)» Jerez de La Frontera (Espanha)» Palma de Maiorca (Espanha)
Do Porto
» Colónia (Alemanha)» Hamburgo (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)
Do Funchal
» Hannover (Alemanha)» Munique (Alemanha)» Estugarda (Alemanha)

VOLAREWEB - LOW COST
Do Porto
» Milão Malpenza (Itália)

VUELING - LOW COST
De Lisboa
» Barcelona (Espanha)» Madrid (Espanha)

Memórias de Lugares Onde Nunca Estive

O artigo publicado pertence a Armando Pastore Mendes Ribeiro, que é sócio da empresa Pensare Consultoria (Brasil) - http://www.pensareweb.com.br/

Não se preocupem os mais céticos e pragmáticos – ainda não é desta vez que enlouqueci totalmente. Vamos conversar sobre inteligência emocional.
A emoção é a cola da memória, frase que ouvi de um amigo Leonardo Bueno e que me persegue há alguns anos. Faço muito mais e melhor quando cada ação está recheada por alguma emoção.


Lembro-me melhor das situações e dos momentos cuja emoção foi forte ou de significado especial. Esse é, em minha opinião, o princípio básico da inteligência emocional. Basta de novos conceitos mirabolantes, estratosféricos e complexos.


Inteligência emocional é usar a razão e a emoção num quase equilíbrio perfeito. Somos capazes de nos emocionar também com algo que provavelmente nunca irá nos acontecer e aprender o “como fazer”. Um exemplo bem próximo para os europeus é o recente concurso “British Got Talent” vencido pelo Paul Potts.


Quem não se emocionou ao ver que um simples vendedor de telefones móveis pudesse vencer com sua voz maravilhosa cantando trechos de óperas e ainda assim manter a humildade? Quem o assistiu, pode ver que o processo de autoconfiança estava recheado de uma emoção poderosa que o impelia a não apenas cantar certo, mas, ao fazê-lo, colocar emoção em cada nota. Esse foi o seu diferencial. Cada nota emitida por sua voz estava recheada de autoconfiança. Sim eu estava lá por alguns minutos. Visualizei e observei cada rosto que a câmera focalizava. Percebi no olhar das pessoas e dos jurados um misto de satisfação e perplexidade.


Como um talento daqueles estava a vender telefones móveis escondido lá no sul de Gales?Sim tenho uma memória desse lugar onde nunca estive e provavelmente nunca estarei. Cada nota da voz do jovem Paul Potts me inundou da certeza de que o que estou fazendo hoje é o certo e é o que me leva a aproximar razão e emoção numa quase sintonia. Esta semana faleceu no Brasil o melhor ator das últimas décadas - Paulo Autran -.


Tive a oportunidade de assisti-lo em várias peças, entretanto marcou-me sua interpretação em o Avarento de Moliére. Fazia-o como se acreditando estar ali, séculos atrás, levava-me assim como toda platéia, a gostar daquele personagem e ao final aplaudi-lo de pé.



Sim, outra vez minha memória volta aos séculos e aprende com o personagem os meandros da mesquinharia e da avareza. Sutil mesquinharia, inteligente avareza. Nunca estarei lá, mas minha inteligência emocional é capaz de guardar em minhas memórias pequenos trechos daquela época da história. Inteligência emocional é capacidade de usar suas emoções para realizar ações. “È o querer fazer com o melhor do seu ser”.


Aí nesse momento posso ser um viajante interplanetário, ir a Praça Vermelha, comer um doce em Coimbra, olhar o oceano Pacífico, tomar uma cerveja no Rio de Janeiro, cantar uma ária de Puccini em Milão, visitar a estátua da Liberdade, ver o pôr do sol na Antártica sem sair de casa, basta sentir, se emocionar e ter a certeza que amanhã minhas ações estarão impregnadas de emoções positivas. Estou usando as minhas inteligências – a inteligência emocional.


Posso e devo construir memórias dos lugares onde estive, das ações que realizei, dos sonhos que não concretizei e dos lugares que jamais visitei. Está aqui num pedaço de meu corpo chamado cérebro cada nuance do sonhar e do realizar. Isso é inteligência emocional.

Globalização, Direitos Humanos e Imigração

A globalização acentuou de forma dramática a percepção das desigualdades entre os povos.

A vida para dois terços da Humanidade tornou-se um sofrimento e privação quotidiana. Milhões morrem à fome, sabendo que noutra parte do mundo outros morrem por obesidade, atolados no consumismo. Olham à sua volta e constam que nada tem do que a outros sobra. Muitos não suportando tanta privação, todos os anos partem das suas terras na procura do seu quinhão na Europa, EUA ou num outro qualquer mítico paraíso. Estão dispostos a tudo, menos a continuarem a suportar a privação. É uma luta de vida ou de morte.

Os que conseguem chegar ao "paraíso", o que encontram ( se encontrarem) é trabalho escravo, a luta infernal pela sobrevivência dia após dia. A esmagadora maioria aceita trabalhar e viver à margem da lei e em condições infra-humanas para os padrões locais.

Não tardam em se aperceberem que não passam de mão-de-obra barata, sem direitos de espécie nenhuma. Sobre estes pobres imigrantes acaba por recair a acusação de estarem a destruir direitos dos trabalhadores que duramente os conquistaram nos países que agora os acolhem.

Não tardam também em tomarem consciência que neste processo estão igualmente a serem usados pelos Estados. Quanto mais entraves burocráticos lhes impõe à legalização, mais os forçam a viverem na clandestinidade ao sabor das mafias e maior é a pressão sobre os restantes trabalhadores. Na verdade, quanto maior for o contigente de clandestinos no mercado de trabalho, maior será pressão sobre os que estão legalizados para aceitarem uma generalizada precarização das relações laborais, assim como maiores jornadas de trabalho e uma redução nos salários.

A globalização ao abrir as fronteiras ao comércio mundial, desenvolveu a competição entre empresas e trabalhadores de todo o mundo. Nesta competição global, a única forma de sobrevivência possível é produzir mais e mais barato.

Nos países onde se concentram dois terços da Humanidade, milhões de crianças são usadas nesta competição global. A escravatura tornou-se uma prática corrente. É certo que milhões de pessoas nunca conheceram outra.

Acontece que as migalhas para dois terços da Humanidade, representam para o outro terço o desemprego, o fim das estruturas de segurança social, a quebra dos laços de solidariedade, etc. Estes são os efeitos perversos da competição à escala global.

O mundo assiste hoje à globalização da especulação financeira. Os novos predadores aniquilam sectores económicos inteiros de países em operações bolsistas, realizadas alguns num qualquer ponto. O capital não tem pátria, nem limites para a sua acumulação. Os meios usados perderam toda a conotação moral, estão convertidos em simples "operações" financeiras.

Os mundo assiste hoje à expansão da consumismo numa lógica predadora de recursos. Um terço da Humanidade consome de forma impulsiva. Pouco lhe interessa quem fabricou os produtos, as condições em que os fez e a que custo. O que verdadeiramente conta é que os mesmos lhes agradem e os possa adquirir.

Face a este panorama, os direitos humanos se são a única referência consistente, são também uma referência vazia de sentido para a maior parte da Humanidade, para a qual a questão prioritária é a da sobrevivência física dia após dia.

sábado, 20 de setembro de 2008

Os Pontos Fracos das Organizações

Publico o artigo de Sandra Regina Inácio – Consultora Especializada em Tipologia Organizacional, membro do Grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de São Paulo –Brasil - www.empresafamiliar.com.br

De acordo com Roberto Shinyashiki, os pontos fracos são:

1. Liderança despreparada: Qualquer transformação significativa na empresa começa com a consciência da liderança.

A visão do líder incentiva a equipe a trabalhar pelo sonho a ser realizado. Quando os líderes não têm consciência do desafio, a empresa transforma-se em um navio sem rumo. Liderança Despreparada cria conflitos desnecessários, estimula jogos de poder e, principalmente, desmotiva a equipe. Mas a maior falha de uma liderança está em não saber lidar com pessoas, pois a empresa campeã é formada por seres humanos campeões.

2. Separação entre liderança e colaboradores: Quando chefes e trabalhadores não se integram, pequenos problemas transformam-se em grandes ameaças. Destruir a fé na liderança é destruir o próprio valor do trabalho dos colaboradores, porque eles passam a trabalhar somente por dinheiro. Desta forma, o guerreiro transforma-se em mercenário e perde a paixão por sua empresa. Funcionários desmotivados são como clientes mal-atendidos.

3. Falta de ousadia: A falta de ousadia é fatal à própria vida das pessoas, porque as impede de sonhar. O verdadeiro líder sabe que é preciso abandonar velhas fórmulas do passado para construir a empresa dos seus sonhos. Eis o salto mais difícil: aquele que precisa vencer a distância entre a cabeça e o coração. Assim, existem momentos na vida de qualquer empresa em que o salto se torna inevitável.

4. Expectativas de soluções mágicas: O campeão sabe que o sucesso da empresa depende do crescimento e da motivação de sua equipe. Eles têm uma enorme capacidade para enfrentar os problemas e sentem prazer em resolvê-los. Não importa que o seu problema seja algo belíssimo; se for um problema, deve ser eliminado.

O campeão resolve. Sonha alto e trabalha duro. Envolve-se com todos os projetos. Sabe que para tudo que deseja deve fazer a sua parte.

5. Administração amadora: Uma empresa-campeã não é construída somente com sonhos, mas também por meio de indicadores, análises de custos, planejamento estratégico e pesquisa, para que as decisões não sejam tomadas com base em “achismos” e intuições. O melhor motivador é o resultado positivo e isso só é conseguido por pessoas competentes. É chegada a hora dos profissionais! Gente que tem grandes sonhos acompanhados por uma forte noção de negócios...

6. Distanciamento do mercado: Não adianta você ter a ilusão de que é o melhor, você tem de ser o melhor! A mentalidade competitiva tornou-se, antes de qualquer coisa, um fator de sobrevivência, porque o seu cliente está procurando sempre o melhor. Queremos empresas e profissionais competentes que ofereçam sempre algo melhor, por um custo menor e de maneira ética, sem que precise destruir o outro para conquistar a liderança em determinado mercado. A saída está em ser competente, ter um planejamento rigoroso, com o estabelecimento prévio de metas e objetivos. A disputa pela liderança em um mercado cada vez mais segmentado tornou-se fortíssima e somente conhecendo as necessidades dos clientes é que uma empresa pode manter ou conquistar uma posição de destaque.

7. Metas e planos não se realizam: Cada vez que uma meta é estabelecida, uma nova fonte de energia é mobilizada, a esperança de mudanças é estimulada, o medo do novo é criado, muita tensão, expectativas, sonhos acalentados. Ter uma meta é um passo importante, mas saber estabelecer as metas certas para alcançá-las é o que caracteriza uma empresa-campeã. As pessoas que valem a pena são as que realizam.

Então, o que as organizações devem fazer?

1. É proibido inibir: a necessidade que as empresas têm, hoje, de reunir talentos com visão sistêmica e capacidade de solucionar problemas criativamente. Ter a confiança de que sempre existe mais de uma resposta certa e a disposição em procurá-las já é um bom começo. Mas, uma pergunta ainda preocupa muitos executivos: como estimular uma equipe a inovar, pensar além das formas tradicionais? Em que exatamente é preciso inovar? Como saber o momento adequado para inovar mais uma vez? Como mensurar o valor de uma inovação?

A primeira constatação é que inovação não acontece no vácuo. Ela precisa de um ambiente favorável. As pessoas satisfeitas estão muito mais propícias a pensar e oferecer alternativas inovadoras do que as que enfrentam o dia-a-dia em um ambiente contaminado pela insegurança e desacreditado de futuro. Isso é permitido apenas quando estamos em um ambiente organizacional também criativo e inovador ou, pelo menos, num ambiente mais democrático, que estimule as iniciativas e a geração de idéias, que sinalize que elas são bem-vindas.

Onde há muitas restrições, normas, hierarquia rígida, políticas, regulamentos, também se limita o fluxo de idéias, instalando-se uma barreira à criatividade. Nesse cenário, as pessoas não se sentem à vontade ou seguras em trazer novas idéias. Nesses ambientes, o chefe tem sempre a razão, o fluxo de idéias é somente de cima para baixo. Então, não há inovação. Mas, será que somente o clima organizacional aberto será suficiente para que as equipes sejam criativas e inovadoras? É preciso resgatar e desenvolver o potencial criativo das pessoas que, muitas vezes, está empoeirado por falta de uso.

Então, devemos fazer o seguinte:
- Permita-se pensar criativamente.
- Tome iniciativas inovadoras.
- Pense fora dos padrões consagrados.
- Não tenha receio de expressar suas idéias.
- Sinta-se à vontade com suas idéias diferentes.
- Conviva com pessoas criativas.
- Leia sobre pessoas que tiveram grandes idéias e sobre soluções criativas.
- Leia livros e artigos sobre técnicas criativas e coloque-as em prática.
Na verdade, leia um pouco de tudo. A leitura abre caminhos no pensar, leva você a qualquer ponto do universo.
Assista a palestras, workshops e cursos sobre criatividade.
Quando precisar de idéias, esteja aberto para uma infinita quantidade de soluções possíveis.
Conscientize-se de que uma idéia reprovada pode levá-lo a uma nova idéia ou possibilidade.
Identifique e reconheça suas próprias habilidades e competências. Avalie em que pode melhorar, aperfeiçoar-se.
Fique atento ao desdobramento de idéias que surge no decorrer do processo criativo. Uma idéia puxa outra.
Não desanime se tiver de desconsiderar uma idéia que lhe parecia muito boa. Guarde-a para o outro projeto ou para outro momento.
Anote todos os pensamentos e idéias assim que surgirem na sua mente. Releia semanalmente suas anotações e verifique se há algo que possa ser aplicado.
Permita-se relaxar.
Exerça atividades ou interesses em assuntos diferentes dos da sua esfera de trabalho. As pessoas criativas mantêm interesses em diversas áreas.
Não seja um workaholic. Intercale períodos de trabalho intenso com paradas para reflexão e digestão dos acontecimentos.
Ouça a sua intuição.
Discipline a mente para criar muitas alternativas de solução dos problemas.
Aproveite cada oportunidade que surgir para fazer uso da criatividade.
Busque incessantemente informações sobre sua área. Atualize-se.
Invista tempo em você.
Administre seu estresse.
Pratique meditação.
Pratique exercícios ou atividades relaxantes como yoga ou artesanato, por exemplo.
Evite envolver-se profundamente em rotinas.
Permita que suas percepções sejam mais determinantes do que suas experiências.
Aceite que seu trabalho criativo é importantíssimo, mesmo que os outros não o valorizem.
Veja os problemas sob novos ângulos.
Seja receptivo às idéias dos outros.

2. É fundamental inovar em outras frentes, como nos sistemas de controles, administração, logística, treinamento de vendedores, vitrines, entregas, finanças, ferramentas de motivação das equipes, respeito à diversidade e outros pontos pertinentes a cada negócio ou mercado.

3. Clima organizacional saudável, investimentos em renovação tecnológica e treinamento de profissionais, implantação de uma cultura criativa em toda a organização são os pontos de apoio de uma empresa que busca esse caminho.

4. Comunique os objetivos estratégicos para sua equipe, mas compartilhe também o exercício da busca, respeitando opiniões e avaliando, sem preconceito ou arrogância, as idéias que possam surgir. Motive as pessoas a pensarem diferentemente do que sempre o fizeram.

O espírito criativo incorpora-se em qualquer pessoa que se disponha a ousar, explorar novas possibilidades, melhorar as coisas. Adotar os comportamentos, atitudes e práticas que caracterizam a pessoa criativa ajudarão a desenvolver o potencial de pensar diferente até que tudo isso se torne parte da sua natureza e principalmente da natureza da empresa que você gere.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Ser Profissional Hoje

Publico um artigo de Inge Christmann - Consultora e Instrutora de Treinamentos com Expertise em Recursos Humanos -Brasil:


Tenho escrito muito, principalmente em fóruns e poesias, porém ao me sentar para escrever um artigo sobre minha área de atuação, vacilei.
Vejo milhares de artigos escritos quase que diariamente sobre os mais diversos temas de recursos humanos e gestão de pessoas. E muitas vezes numa repetição de idéias, paradigmas, e soluções para a complicada arte da convivência profissional. É uma infinidade de escritores, pesquisadores, estudiosos, curiosos, experimentadores tentando decifrar como se manter no mercado e conseguir driblar a acirrada competitividade destes nossos tempos de globalização.

Existem receitas das mais diversas, desde hábitos a serem enraizados, até treinamentos radicais e de choque. Apesar de estar tentando sempre me manter atualizada sobre as novas práticas de RH e suas ferramentas, confesso que muitas vezes sinto-me pressionada a assimilar novidades e forçada a querer transmiti-las aos outros o que no fundo considero um pouco como modismo. É a cobrança pela mudança. Assim como todo o dia se troca de roupa, nos vemos obrigados a dormir acreditando em uma prática ideal para nosso sucesso profissional e quando acordamos já está ultrapassada.

Então entramos nessa viagem alucinante e mudamos nossa roupagem profissional a cada nova idéia que surge, como se nossa essência, o que somos o que no fundo acreditamos ser sucesso para nós não tivesse mais valor, e aí nos perdemos. Além de termos que estar sempre atualizado sobre as ferramentas de nosso trabalho, que considero uma aprendizagem necessária, ainda temos que nos manter atualizados sobre o que é ser um profissional que o mercado deseja. Não basta mais sabermos nosso trabalho, e fazê-lo com competência e dedicação, não podemos gostar de estar onde se está, tem que sempre estar se buscando novas oportunidades de crescimento na carreira.

O aprendizado para nosso crescimento pessoal e profissional agora é uma obrigação e não o prazer de se descobrir e se encantar aos poucos com as novas experiências, é preciso assimilá-las e descartá-las com a rapidez que as mudanças no mercado impõem. E as mudanças e novos conceitos de um profissional com a cara que o mercado deseja estão cada vez mais carregados de qualidades de um super homem. Lembro sempre das qualificações exigidas nas vagas e muitas vezes me ponho a pensar se este profissional realmente existe ou apenas vestimos a máscara do profissional ideal, e como temos que vesti-la e trocá-la constantemente, já não sabemos que rosto é aquele que miramos no espelho todos os dias de manhã.

Deve ser apenas uma saudade, dos rostos antigos, ou da leitura que encantou meu coração há muito em que li que “o essencial é invisível aos olhos”.

Pânico nos EUA - Lehman Brothers

Olhem o pânico nos EUA. Uma situação cómica, no âmbito de mais uma loucura do capitalismo selvagem em que vivemos.

Quem vem a seguir à Lehman Brothers?

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Liderança - O Monge e o Executivo

É um vídeo para cada líder reflectir sobre o tipo de liderança que escolheu na sua organização.

Cases, Casos e "Causos"

Publico um artigo de Armando Pastore Mendes Ribeiro - Director da PENSARE - Consultoria, Treinamento e Promoção de Eventos de Coritiba - Brasil:
Como é maravilhoso o português falado e escrito no Brasil. Polêmico e vivo, capaz de colocar sob o seu teto diversas expressões de outras línguas e ainda assim pouco prejudicar a compreensão. É bem verdade que para alguns que não são iniciados em alguns temas ficará difícil entender, por exemplo, um artigo sobre marketing, informática, finanças, economia etc.
Na área da administração de empresas a cada dia que passa novas expressões são adotadas das mais diversas línguas estrangeiras, normalmente da inglesa, mas não será difícil que daqui para frente o mandarim (lá da distante China) passe a dar suas contribuições.

Dias atrás uma empresa pediu uma proposta para um evento de técnicas de comunicação, com a recomendação que eu levasse aos profissionais alguns “cases”. Na hora brinquei com a analista perguntando: por que não casos ou “causos”. Ela apenas riu.
- Esse evento está no “marketing plan” e tem um “budget” específico. Foi uma demanda dos “onwers” do “CRM - Customer Relationship Management” e deverá trazer “insights” relevantes, prosseguiu a jovem analista de treinamento.

Um parêntesis na nossa conversa – ou será um “break”?

Para entender um pouco mais sobre as possíveis diferenças das três palavras conversei com alguns amigos e clientes, posto que, até duas décadas atrás, pouca diferença teriam. “Case” era apenas a palavra inglesa para caso e “causo” uma palavra usada pelos moradores do interior do Brasil, gente mais simples, mas queriam dizer a mesma coisa.

Ledo engano. O que é um “case”? Pelo que pude entender é uma história ou experiência, relevante, com “sustância”, capaz de provocar aprendizado e reflexão. Um modelo de ações de grandes empresas ou empresários a ser seguido ou abandonado. São os “down cases” ou “up cases”. “Case” é algo relevante.

Caso já é bem diferente do que entendíamos há tempos atrás. Pode ser algo tão comum que não desperta interesse. Levado para o lado dos relacionamentos chega a ter conotações sexuais. Preste atenção quando um colega fala que vai te contar um caso ou quando tem um caso... Caso é coisa corriqueira.

Já finalmente os “causos”, são as histórias que de tão burlescas ou extravagantes recebam uma atenção especial. Tenho um amigo que quando ouve alguém dizer que vai contar um “causo” ele já começa a rir. “Causo” não é para ser levado a sério ou apenas para diversão .

Resolvi preparar a proposta e provocativamente coloquei no final que os participantes irão analisar “cases”, casos e “causos”.

Proposta aprovada percebi que a comunicação atingiu seus resultados. Isso quer dizer, ou seja, moral da história: quando eu, você ou nós não sabemos o significado de alguma palavra ou expressão o melhor a fazer é perguntar. Correr os riscos de querer ser mais realista que o rei poderá trazer resultados não esperados.

Chegou o Dia da sua Apresentação !

Publico um artigo de Armando Pastore Mendes Ribeiro - Director da PENSARE - Consultoria, Treinamento e Promoção de Eventos de Coritiba - Brasil:

Finalmente chegou o dia em que fará uma apresentação sobre um importante projeto que demorou meses planejando. Estudou tudo sobre o assunto. Virou praticamente um especialista na matéria. Tem respostas para as principais dúvidas na ponta da língua. Preparou com capricho uma apresentação em Powerpoint, gráficos e até um filme curto para ajudar

Naturalmente o nervosismo toma conta. Os diretores e os principais gerentes estarão lá assistindo e interessados em saber sobre um projeto tão esperado.

Você ensaiou com seus colegas, seus filhos e esposa ouviram-no pacientemente. Pronto chegou a hora.

Algumas perguntas básicas antes de começar!. Quanto tempo de apresentação? Quantas lâminas de PowerPoint preparou ?

Abaixo umas dicas que podem ajuda-lo a tornar sua apresentação com Powerpoint um sucesso:

- Saiba que não existe regra rígida quanto ao número de slides a serem usados durante uma apresentação. Entretanto, como recomendação, utilize um tempo médio de 2 (dois) a 3 (três) minutos para apresentação de cada slide. Assim se sua apresentação terá 40 minutos – 20 slides no máximo.
- Utilize com equilíbrio os efeitos de animação, algumas pessoas podem se sentir incomodadas com o excesso de movimentos e sons.
- Coloque no máximo 7 (sete) palavras chaves por slide. Acima desse número as pessoas têm a tendência de esquecer ou desviar a atenção.
- Coloque gráficos e tabelas somente se forem imprescindíveis e ainda assim com bastante cuidado. Muita informação num slide prejudica a leitura. Se for o caso, imprima a tabela ou o gráfico e distribua para acompanharem com você.
- Textos longos num slide são totalmente desaconselháveis use sempre palavras chave.
- Cuidado com o excesso de cores e ilustrações. A importância não está em fazer uma apresentação maravilhosa mas no recado que você irá dar. Os slides servem de apoio.
- Lembre-se que sua apresentação tem que ser feita para a platéia e não para a tela. Posicione-se de modo que você visualize todos os participantes e elas possam ver a você e a tela.
- Verifique se a cor dos slides está compatível com a luminosidade da sala. Alguns projetores necessitam de pouca luminosidade na sala e isso pode atrapalhar ou cansar a platéia.

Tomados esses cuidados básicos você fará uma excelente apresentação e ao final só resta correr para o abraço

domingo, 14 de setembro de 2008

sábado, 13 de setembro de 2008

Morte Lenta no Trabalho

Publico o artigo de Sandra Regina Inácio – Consultora Especializada em Tipologia Organizacional, membro do Grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de São Paulo –Brasil - www.empresafamiliar.com.br

Através de uma pesquisa levada á público pelo Diesat (Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho), nascido em 1979 como órgão de assessoria sindical nas questões relativas à saúde e trabalho. Órgão de utilidade pública, não está subordinado a partidos políticos ou centrais sindicais. Suas pesquisas têm como base a demanda do movimento sindical na busca pela saúde do trabalho.

Onde são analisadas as patologias específicas de cada tipo de atividade industrial, que vão desde o desgaste mecânico devido à repetição dos mesmos movimentos físicos durante uma jornada de trabalho de oito a doze horas aos processos de degeneração orgânica associados a doenças ocupacionais, decorrentes do contato com substâncias tóxicas de todos os tipos.

É elevado o índice de mortalidade entre a população trabalhadora brasileira: na faixa entre quinze e 54 anos ela afeta 57% no sexo masculino e 37% no sexo feminino. Anualmente mais de 5 mil novas substâncias químicas são introduzidas no sistema industrial.

Os locais de trabalho que aparecem envoltos em vapores de substâncias químicas, poeiras e névoas. Acresce o fato de a maior parte da poeira tóxica ser invisível, porém seu efeito cumulativo no organismo significa a morte lenta no trabalho. O país, em matéria de pesquisa toxicológica, está dando os primeiros passos.

A pesquisa analisa a Cosipa no setor siderúrgico, onde o ruído excessivo mistura-se ao calor, à intoxicação pelo benzeno, produzindo a leucopenia, só muito tardiamente reconhecida como doença profissional pelo Inamps. Contaram-se na empresa 2.100 leucopênicos. Essa doença resulta de uma alteração orgânica caracterizada pela diminuição do número de glóbulos vermelhos no sangue.

Foram encontrados trabalhadores sofrendo de benzenismo devido à exposição crônica ao benzeno, que é altamente tóxico e pode provocar a leucemia. A pesquisa analisa a exposição do trabalhador ao chumbo, que se traduz por impotência sexual, e mostrou níveis dessa substância no ambiente de trabalho mil vezes acima dos toleráveis.

A luta sindical contra o Benzenismo remonta a 1983, quando o Sindicato dos Metalúrgicos de Santos diagnosticou os primeiros casos de leucopenia. Em pouco tempo se evidenciou a gravidade do problema em outras categorias. Em 1986, o Sindicato dos Químicos do ABC descobriu a contaminação de 60 trabalhadores por benzeno, na produção de BHC, nas indústrias Químicas Matarazzo, em São Caetano do Sul.

Na seção dedicada à fabricação do agrotóxico BHC, onde o benzeno encontra-se no ar em alto nível de concentração, no nível de 1.000 ppm (partes por milhão), enquanto o limite permitido por lei é de 8 ppm!

Após período de interdição, a fábrica foi definitivamente fechada. No início da década de 90, novos casos de Benzenismo foram detectados no ABC nas empresas do Pólo Petroquímico de Capuava, com afastamento e até a morte de um trabalhador por leucemia.

A ação do dissulfeto de carbono e suas conseqüências sobre a saúde de um trabalhador exposto horas e horas a este produto altamente tóxico. Analisa a Cia. Nitro Química, onde em outubro de 1986, seiscentos funcionários do setor de fiação da empresa entraram em greve protestando contra as más condições de trabalho. Exames constataram excesso de ácido sulfúrico e sulfídrico, o que causara catorze casos de conjuntivite química entre os trabalhadores. Névoas de gás sulfídrico foram encontradas num nível de concentração 211 vezes acima do permitido por lei. Aliem-se a isso iluminação deficiente, calor e ruído excessivo. A fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho é omissa e o sindicato não pode entrar na fábrica.

A seção de raiom com nível de ruído muito elevado e iluminação deficiente. A seção de dissulfeto de carbono era conhecida como "Ilha do Diabo" pelo calor excessivo e freqüentes explosões que causavam queimaduras entre os trabalhadores. A demorada exposição ao dissulfeto de carbono pode levar a pessoa à arteriosclerose, a sofrer de degeneração do fígado, de depressão do sistema nervoso central, o que, por sua vez, produz insônia, dor de cabeça, tontura, impotência, hipertensão e surdez.

Pessoas contaminadas por mercúrio, que atinge o sistema nervoso central, causando distúrbios emocionais, alteração da memória, perda da coordenação dos movimentos, fadiga geral. Provoca inflamações na pele, sangria das gengivas e compromete o funcionamento dos rins.

Mesmo em países de capitalismo desenvolvido, ocorre a falta de inspetores que façam cumprir adequadamente as normas. Quanto à legislação brasileira a respeito desse assunto, ela ainda deixa muito a desejar.

Verifica-se também no Brasil o sub-registro de doenças profissionais e a involução legislativa que limita cada vez mais o nível dos benefícios por doenças ocupacionais, que ao trabalhador caberia receber. Um alerta aos trabalhadores e seus sindicatos para a importância da luta pela saúde, tão importante quanto às campanhas salariais das várias categorias profissionais.

Se você trabalha em uma empresa que produz tais substâncias prejudiciais à sua saúde... Quero que se pergunte o seguinte:

- Será que vale a pena, sua vida custa tão pouco assim?

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Empreender - Recurso ou Opção?

São várias as pessoas que actualmente pretendem constituir uma empresa, mas a maioria não tem consciência do que isso representa e nem têm a formação técnica e capital necessários que garantam minimamente o seu sucesso.

Criar uma empresa é, muitas vezes, a saída tentada para a resolução do problema de desemprego. Como consequência, todos os anos nascem e morrem empresas, independentemente da sua dimensão.

O sucesso da empresa depende, entre outros factores, da oportunidade do negócio e do perfil do empreendedor. Por mais pequena que seja a empresa, não é fácil uma pessoa tornar-se empresária. Normalmente só a vontade de “ganhar muito dinheiro” leva as pessoas a criarem uma empresa.

A formação escolar não tem como objectivo o espírito de iniciativa, pois é para trabalhar por conta de outrém que as pessoas passam uma série de anos a investir na formação.

O sistema de ensino não está preparado para formar as pessoas para terem iniciativa, para avançar com as suas próprias ideias e os seus projectos. Por exemplo, a um jovem faltam os contactos no mundo empresarial e o historial na banca, o que dificulta o acesso ao crédito e às operações financeiras bancárias.

Para o jovem conseguir vencer no mundo dos negócios tem de conseguir dar esse salto. Depois, existe ainda outro problema “crónico” que dificulta a entrada na actividade empresarial: a “burocracia” necessária para tudo o que implica processos legais. Se há motivação para iniciar um determinado negócio, e o problema do capital já está resolvido, ainda resta outro grande problema. É ele, superar todo o aparelho que está instalado em determinado mercado e também as grandes empresas que já o dominam e que não vão facilitar a vida aos “novatos”.
Há duas hipóteses: ou os futuros empresários conseguem identificar um nicho de mercado (grupo de consumidores), que seja demasiado pequeno para interessar às que já estão instaladas, e simultaneamente grande e suficiente para uma pequena empresa vencer, ou tentam arranjar alianças estratégicas e de parceria com as que já dominam.

Encontrar um nicho de mercado é o primeiro grande desafio de qualquer empresário que se preze. É necessário que consiga identificar uma área de interesse, ter uma ideia brilhante e fazer o seu plano de negócios. Provar, através de estudos bem feitos, que tem pernas para andar. Finalmente quando a empresa já saiu do papel e é uma realidade concreta, a chave para o sucesso, é apostar na qualidade, nos chamados factores estratégicos de competitividade, nas novas tecnologias e nos recursos humanos.

Com uma boa ideia, os contactos certos e uma equipa de valor, o mundo empresarial continua a ser complicado, mas não é nenhum papão.

É fundamental que cada um pense bem na área de negócio que pretende investir, pois decisões precipitadas não originam o sucesso, mas podem contribuir para aumentar os problemas daqueles que já se encontram numa situação económico/social difícil.


O Vendedor Silencioso

No passado o balcão de um ponto de venda separava o retalhista do consumidor e assim a ligação do cliente com o produto não existia. A capacidade de argumentação do retalhista, a notoriedade dos produtos e a necessidade dos mesmos determinavam a venda. Mais tarde, o retalhista começou a pré-embalar alguns produtos de primeira necessidade dos mesmos que determinavam a venda. Depois descobriu que, pondo os produtos do lado de lá do balcão, as vendas continuavam a crescer.

O desenvolvimento do merchandising resultou do aparecimento da venda em livre-serviço, ou seja desde que não haja vendedores para aconselhar os clientes e para os orientar na sua escolha, são os próprios produtos que, pela sua disposição no estabelecimento, devem ser capazes de chamar a atenção dos potenciais clientes e de provocar o seu desejo de comprar.

A eficácia dos métodos de venda tem de ser assegurada, pois uma falha em colocar um produto no local adequado e no momento certo pode significar, na maior parte dos casos, não vender. O que não se vê, não se vende. É importante ter em conta qual a receptividade das técnicas por parte dos consumidores. Assim, é muito importante conhecer determinadas características dos compradores, tais como a classe sócio-económica a que pertencem, a faixa etária, factores demográficos, frustrações de compra e os comportamentos adoptados no interior do ponto de venda.

O espaço deve ser concebido de forma a facilitar a circulação e movimento dos consumidores, e influenciará a sua decisão de voltar ou não ao ponto de venda. Uma eficaz ocupação do espaço depende do tamanho e configuração do ponto de venda e do tipo de produtos que se vendem. A actividade de merchandising inclui também a decoração da montra e do interior do ponto de venda, a iluminação, a iluminação, a porta, o chão, a cor, os expositores, a musica e o estilo do espaço comercial.

É também muito importante criar períodos de animação. As técnicas mais utilizadas são:
- As promoções - de carácter temporário e que podem consistir em experimentação gratuita, reduções temporárias de preço, prémios, ofertas, brindes e concursos ou jogos;
- A animação – que pode ser pontual (tem como objectivo activar as vendas num determinado momento) e permanente (diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de venda atractivo), permite atrair a atenção do consumidor através de meios físicos (ilhas, balcões de promoção, expositores, anúncios luminosos, gôndolas, cartazes, televisores, etc.), meios psicológicos (preços baixos, ofertas agrupadas ou apresentação do produto em locais diferentes), meios de estímulo (criação de cenários temáticos ou personagens e mensagens e audiovisuais para provocar a compra) ou meios humanos (passatempos, concursos, stands de demonstração, animadores de jogos, a presença de uma “estrela”, etc.).

A publicidade no local de venda (PLV) – além de animar o local de venda divulga as promoções e guia o consumidor dentro da loja, informando-o sobre as novidades ou produtos e serviços disponíveis, utilizando folhetos distribuídos no local ou entregues ao domicílio.
Com as técnicas de merchandising, pretende-se optimizar a rentabilidade do produto, através da sua apresentação e posicionamento, fazendo com que o consumidor o adquira mecanicamente.

Com a aplicação das técnicas de merchandising pretende-se que quando o consumidor olha para os produto exposto, este diga: “leva-me contigo”.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

A Arte da Guerra - Sun Tzu

Aprenda a Gerir com a Arte da Guerra de Sun Tzu.

A Importância da Sua Imagem - Edmundo Roveri

Como Aumentar a Produtividade nas Empresas

Será que é a melhor solução para algumas empresas? Aguardo os comentários?

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Dicas Para Tornar as Reuniões Mais Produtivas e Motivadoras

Publico as "Dicas Para Tornar as Reuniões Mais Produtivas e Motivadoras" de Cida Silva, Directora e Instrutora da En Theos – Consultoria de Treinamentos (www.entheos.com.br) de Minas Gerais - Brasil:


Local – Dependendo do objetivo da reunião é importante fazê-la em locais fora da empresa. Nós nos acostumamos com a rotina do nosso local de trabalho e quando saímos para outros ambientes ficamos mais motivados.

Diversificar os assuntos – Há empresas que fazem reuniões somente para resolver problemas. Que tal reunir para desenvolver a equipe, comemorar vitórias, elogiar pelo trabalho bem feito, para planejar a realização de um projeto, treinar e desenvolver pessoas?

Planejamento (Planeamento) – O líder da reunião deverá se preparar para receber as pessoas, deixando o ambiente em harmonia com cadeiras para todos, material de apoio, música ambiente, mensagens de boas-vindas, água, café e equipamentos prontos para serem usados.

Abordagem do tema – Ninguém agüenta uma reunião conduzida somente na forma de exposição teórica. Por isso, o uso de: dinâmicas de grupo, música, slides, cenas de filmes ou de propagandas é fundamental para criar motivação, prender a atenção e ajudar na compreensão do assunto.

Pontualidade – Cumprir horário para iniciar, desenvolver o assunto e encerrar a reunião gera respeito e credibilidade. Lembrar-se sempre de que “quem chega antes domina a situação, quem chega depois é dominado por ela”.

Regras de convivência – Diz o ditado que “o que é combinado não é caro”. Combinar o desligamento de celulares, definir regras de participação ajuda a dinamizar a reunião evitando interrupções e conversas paralelas.


Pauta – Por mais simples que seja o objetivo da reunião devemos elaborar uma pauta. Ela serve de bússola para nos conduzir. Uma reunião sem pauta é como um barco à deriva.

Quem participará? – Somente aquelas pessoas ligadas àquele assunto. Convocar a empresa inteira para uma reunião que só diz respeito a um determinado setor é perda de tempo e dinheiro.

Lembre-se: O objetivo de qualquer reunião é trocar idéias, experiências, chegar à resolução de algum desafio. Por isso, deverá ser algo bem elaborado e que desperte o interesse nas pessoas em participar e contribuir.

Saiba mais sobre o assunto no curso de Técnicas de Reuniões promovido pela En Theos Consultoria e Treinamentos, ou, contrate um curso para a sua equipe.

10 Dicas Para Uma Liderança Positiva

Publico as 10 dicas para uma Liderança Positiva de Cida Silva, Directora e Instrutora da En Theos – Consultoria de Treinamentos (www.entheos.com.br) de Minas Gerais:

1)ATRAIR – Recrutar e selecionar pessoas com conhecimento, habilidades e atitudes positivas é papel do líder, porém só se consegue talentos para o nosso time se a empresa e as lideranças tiverem valores fortes para passar adiante.

2)TREINAR – O treinamento da equipe deve ser algo constante, algo semelhante ao ato de tomar banho, ou escovar os dentes, ou seja, deve virar hábito. E o principal treinador deverá ser o líder através de seus exemplos, através de recursos como vídeos, simulação de situações reais, palestras, cursos tanto internos quanto externos.

3)ACOMPANHAMENTO – A equipe jamais deverá trabalhar solta como um barco à deriva. Cabe ao líder oferecer feedback de valorização, reforçar aquilo que vai bem e fornecer feedback de correção naqueles pontos que os liderados estão deixando a desejar.

4)RECONHECIMENTO – O líder que reconhece o esforço da equipe promovendo e remunerando de forma adequada, justa, respeitando as políticas da empresa, possui mais chances de manter uma equipe coesa.

5)PONTUALIDADE – Não só para chegar ao local de trabalho, mas para todo e qualquer compromisso como: reuniões, treinamentos, confraternizações, responder e-mails para a equipe, fornecer respostas para as dúvidas e cumprir o que promete.

6)MARKETING PESSOAL – Cuidados com a apresentação física é fundamental. Roupas devem ser adequadas ao local de trabalho ou à profissão. Para os homens barbas feitas, cabelos cortados. Para as mulheres roupas e acessórios discretos de acordo com a profissão e o ambiente de trabalho. Lembre-se de que o líder é o espelho da equipe.

7)DELEGAR – Uma das maneiras de gerar confiança na equipe é delegar tarefas e responsabilidade. Além de gerar confiança possibilita o crescimento e desenvolvimento dos liderados.

8)CELEBRAR VITÓRIAS – Sempre que uma boa venda for concretizada ou um projeto for concluído vale a pena comemorar. Isso cria motivação e eleva o ânimo da equipe na busca de novas conquistas.

9)RESPEITO – Se o líder quer o respeito da equipe ele deverá ser o primeiro dar o exemplo. Chamar atenção dos liderados na frente de outras pessoas, gritar e falar palavrões, ofender com ironia e deboche são práticas que devemos banir. Agindo dessa forma o líder só conseguirá boicotes, desarmonia e desequilíbrio emocional em toda a equipe.

10)RESPEITO ÀS DIFERENÇAS – O líder não é um super-homem, ou uma mulher-maravilha. Esses ícones só existem na tela do cinema. Você não é o melhor em tudo. Uma boa equipe possui habilidades e experiências diversas que vão complementar aquelas que o líder já possui.

O Melhor Vídeo de Marketing na Internet - Luiz Eduardo Bottura

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sabe Para Quem Você Trabalha?

Publico um artigo de Armando Pastore Mendes Ribeiro - Director da PENSARE - Consultoria, Treinamento e Promoção de Eventos de Coritiba - Brasil:
Recentemente numa compra em um supermercado próximo a minha casa presenciei uma cena inusitada e espetacular.

Uma senhora, estimo com mais de 70 anos, estava passando pelo caixa com suas compras e notou a má vontade e até uma certa grosseria da funcionária do caixa, que atirava os produtos que ela entregava, demonstrando enorme irritação.

Lá pelas tantas a senhora também irritada com a maneira pouco cortes e inadequada do atendimento que recebia falou à moça:

- Você sabe para quem você trabalha ?
- Para o meu chefe. Respondeu a muito mais irritada a caixa do supermercado.
- Engana-se moça, você trabalha para mim. Sou eu quem paga seu salário. Se não fosse pelas minhas poucas compras, essas manteigas e leites, você estaria desempregada. Portanto trate-me com respeito. Completou a nervosa senhora.

Um silêncio fez-se nas filas dos caixas. Todos ouviram. Até que timidamente uma outra cliente começou a aplaudir, provocando uma onda de aplausos em todo o supermercado. Muitos não sabiam nem por que aplaudiam.

Minutos depois aparece o gerente que atônito com os comentários sai a procura da nossa heroína. Ao longe apenas vislumbro – o que suponho – um pedido de desculpas.

Fiquei impressionado com a maneira com que a partir desse episódio todo o supermercado mudou. Na compra que realizei esta semana, o segurança que fica no estacionamento, cumprimentou-me com um sorriso e com um agradável : Bom dia.

Uma enorme faixa logo na entrada com os dizeres Sejam BENVINDOS. Ouvi uma suave música de fundo. A fila da padaria que normalmente exigia de todos muita paciência estava pequena e a rapidez no atendimento indicava que não havia mais a necessidade das tão famosas senhas.

Ao final a surpresa. Ao passar pela caixa, uma sorridente moça que igualmente como o segurança desejou-me bom dia e perguntou:
- O Sr. encontrou tudo que precisava ?
- Infelizmente não encontrei a lâmina de barbear “X” . – Completei, sabendo que não é um produto comum em supermercados.
- O sr. poderia passar o nome do produto e seu telefone que iremos providenciar. Completou a funcionária.

Assim fiz. Duvidei que iriam providenciar tal artigo. Afinal muita coisa mudou, mas será que iriam chegar a tanto.?

Hoje. Sábado – 10 horas da manhã, acabo de receber telefonema do funcionário do supermercado – identificando-se como repositor, informando-me que o produto “X” estava à minha disposição e que encontrava-se reservado.

Agradeci. Resolvi compartilhar uma história de sucesso no atendimento que se realizou em menos de um mês. O que fizeram? Como fizeram?

Elementar meu caro leitor, o gerente respondeu: treinamento, comprometimento e respeito àqueles que realmente são os donos do negócio: Os clientes.

- Aliás que nota o Sr. daria ao nosso atendimento? Indagou-me o gerente.

Precisa responder?

A Estratégia das Pantufas

Publico um artigo de Armando Pastore Mendes Ribeiro - Director da PENSARE - Consultoria, Treinamento e Promoção de Eventos de Coritiba - Brasil:

O Zé era um chefe rígido, controlador, autoritário e por vezes mal humorado. Duas vezes por semana visitava todas as instalações da fábrica e fazia anotações. Segundo ele a visita e as anotações serviam de base para os seus relatórios para a diretoria.

Tudo iria mudar depois de um pequeno acidente doméstico. Zé foi obrigado a usar uma bengala e o curativo em um dos pés, impedia-o de calçar sapatos.

Fazia frio e ele passou a usar naquelas três semanas uma pantufa, discreta, confortável, porém totalmente em desacordo com a figura que estávamos acostumados.

Impedido de realizar as visitas na fábrica foi obrigado a solicitar que um dos funcionários as realizasse em seu lugar. Escolheu aquele que a seu ver estaria melhor preparado. Explicou detalhadamente o que observar e o que anotar.

Ficou naqueles poucos minutos mais quieto do que o habitual. Aparentou com os gestos e olhares, preocupação. Levantou-se, caminhou até o bebedouro inúmeras vezes. Mostrou-se impaciente. Enfim o funcionário voltou.

Imediatamente iniciaram a conversa e ouviu atentamente como tinha sido a visita, anotou, perguntou, surpreendeu-se, em determinados momentos, pelas observações diferentes daquelas que realizava. Percebeu que havia uma forma diferenciada de observar e realizar as visitas de inspeção.

Dias depois solicitou a outro funcionário que realizasse a visita e igualmente ouviu atentamente as observações. E assim o fez sucessivamente até que todos os funcionários tivessem a sua oportunidade de participar. Finda as três semanas, Zé estava apto a caminhar sem ajuda da bengala e poderia novamente calçar sapatos.

Notou que seus últimos relatórios estavam ricos em detalhes, com inúmeras observações e “dicas” de procedimentos e de operações que jamais havia incluído ao longo dos anos. Percebeu que havia, sem deixar de lado sua habitual quietude, se aproximado de todos os funcionários, ouvia melhor, argumentava, perguntava. A elaboração dos relatórios que haviam se transformado em um fardo desagradável para ele; passaram a ser agradáveis exercícios de aprendizagem e recheados de novas idéias.

Percebeu que seria muito interessante se as visitas pudessem ser realizadas por outras pessoas e não programadas por ele; que poderia delegar esse procedimento a seus funcionários sem perda da qualidade de seus relatórios; que, aliás, estavam recebendo elogios da diretoria.

Discretamente, como é seu costume, foi a uma loja e comprou par de pantufas, colocou-as guardadas em um armário.

A partir desse dia todas as vezes que Zé chega, retira seus sapatos e calça as pantufas, todos sabem que um funcionário será o escolhido para realizar o roteiro de observação na fábrica - o nome novo das visitas de inspeção.
Zé criou a estratégia das pantufas. Continua sério, de poucas falas, mas é reconhecidamente um chefe melhor do que antes.

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